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FALTA CONECTIVIDADE

Internet das coisas enfrenta barreiras nas áreas rurais

A internet das coisas já alcançou os campos do agronegócio, mas ainda precisa derrubar barreiras. A falta de informação e conectividade impedem que ela seja popularizada no Brasil

Priscilla Silva

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07/11/2019 06h55 | Atualizada em 06/11/2019 20h16

Internet das coisas enfrenta barreiras nas áreas rurais

Assessoria

A internet das coisas já alcançou os campos do agronegócio, mas ainda precisa derrubar barreiras. A falta de informação e conectividade impedem que ela seja popularizada no Brasil. O termo é um conceito que trata da interconectividade entre objetos do cotidiano e também está presente no campo, mas soa estranha para a maioria dos produtores. 

“Conhecem de forma superficial e gera muita confusão. Não tem a ver com o nosso telefone celular ou o nosso computador, ela funciona em uma rede diferente das que conhecemos. São dispositivos que consomem pouco e são baratos. Mato Grosso está começando a querer saber o que é ‘A Internet das Coisas’, temos que esclarecer as dúvidas e trazer tecnologias já consolidadas para o nosso produtor”, explica Wagner Figueiredo, diretor presidente de uma empresa especializada em soluções para o agronegócio. 

A aplicação de tecnologias dentro dos campos enfrenta um problema básico: a falta de investimento em conectividade nas áreas rurais. A ausência de operadoras nessas áreas tem atrasado a modernização da produção agropecuária do país. 

“Hoje temos uma grande dor para resolver: falta conectividade de redes no campo. Imagina ter dispositivos espalhados sem comunicação. Há uma grande preocupação das operadoras em cobrir as áreas urbanas, mas no campo não tem esse interesse e é uma oportunidade para começar a pensar”, conta Wagner.

As ferramentas voltadas para a produção no campo criadas a partir do conceito da interconectividade já estão disponíveis no mercado e aguardam apenas a chegada da rede nos campos.

“São tecnologias muito maduras, não protótipos. Tem um leque de oferta de dispositivos que fazem isso. Há tipos como os que medem o índice pluviométrico, faz o controle de pragas, para saber que tipo está afetando a planta, mas não tem como comprar os dispositivos dissociados de conectividade. Tem que ser um casamento”, sintetiza Wagner.

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